sexta-feira, 17 de junho de 2016

no tempo

  O tempo vai passando e há cada vez  mais datas que me lembram alguma ocasião especial, nem sempre pelas melhores razões, mas todas elas fazem parte da vida (dos outros, da minha também) e são sinal de que estou viva e de que sinto. Nos lugares vazios, nas ausências, vou conseguindo encontrar a presença dos seus legados. É preciso saber deixar ir o que não pode ser trazido de volta. 

6 comentários:

  1. E Bach acompanha tão bem essa tranquila forma de estar na vida, Princesa.
    Este post fez-me sorrir.
    :-)

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    1. Ainda bem este post levou a um sorriso, fico feliz, mas nem sempre é fácil chegar aqui.

      Aqui fica outro :)

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  2. É isso mesmo, querida Princesa. É preciso soltar o que não pode ser trazido de volta. A isso, chama-se reconciliação, esse estado para o qual Bach nos consegue transportar através da sua música.

    Um beijinho

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    1. A música, as palavras certas e os silêncios ajudam-nos nessa reconciliação. E o tempo... ah, o tempo, claro.

      Outro beijinho, Miss Smile

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  3. Faço esse percurso tantas vezes...
    Ao encontro da calmaria, da aceitação: saber deixar ir o que não dá para reter ou para trazer de volta. Mas, se há vezes em que consigo, de facto, mais vezes são as que faço de conta - segredo, shiuuu.
    Uma das técnicas que tenho utilizado: forçar a mente a não guardar datas: ajuda-nos a não recordar passagens ruins e passamentos de gente querida, que são das coisas que nos ficam tatuadas na alma.
    bj amg

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    1. As datas ficam-me gravadas, mesmo que não queira. Além disso, algumas são demasiado recentes para conseguir fazer isso... já foi um passo gigantesco conseguir andar para a frente e aceitar que há pessoas que não voltam.

      Bjs

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