segunda-feira, 19 de setembro de 2016

à beira ...

 Viveria longe, bem longe, à beira de uma cratera de um qualquer vulcão, silenciosamente enganadora, inundada e transformada num lago liso e sombrio, espelhando o céu, rodeada de pequenas fadas e de outros seres étereos, imperfeitos e certamente alados, que iriam e viriam ao sabor dos ventos e das tempestades...


 [para fazer algum sentido, recomenda-se a leitura do texto e a audição da  música em simultâneo]

Sem comentários:

Enviar um comentário