sábado, 3 de dezembro de 2016

dia de chuva

Dia de calma e de reclusão, de perder a noção das horas. O tempo estende-se, estica-se. A chuva esconde a luz do dia e as horas parecem não avançar. Vi um bom programa e naturalmente não fiquei surpreendida com aquilo que ouvi. Há pessoas que traduzem de forma tão simples os medos que nos vagueiam pela alma. Pelo meio, o tema do humor e o que ele poderá significar de mais profundo. Fiquei aqui o resto da tarde a refletir sobre a finitude de tudo e sobre o significado da vida. Apreciei (melhor) ainda o espetáculo do movimento das nuvens, da chuva a cair, enquanto ficava reclusa do sofá e dos braços que me aconchegam.    



 

[uma das escolhas de RAP no programa «Alta Definição»]

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